quarta-feira, 30 de maio de 2012

DICA - 137: Apartamento Inspirador

Esse apartamento (interiores) é um projeto de Lanciano Design. O lugar é bonito e inspirador.
Os materiais são incríveis, as combinações de cores e texturas criam um espaço moderno e único. Os espaços amplos e a decoração clean são incríveis, com certeza um belo lugar para morar!


















Fonte: abduzeedo / Fotos: Elad Sarig


Fonte: Portal Constru
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terça-feira, 29 de maio de 2012

DICA - 136: Decoração com Peças Garimpadas

A decoradora Maria Olsson Nylander abre a sua casa cheia de peças garimpadas em leilões e mercados
Por Laura Ancona Lopez*. Fotos Vincent Leroux/Temps Machine
Vincent Leroux/Temps Machine
Maria na cozinha aberta
Encontrar uma casa e viver ali por muito tempo parecia uma ideia distante para a decoradora Maria Olsson Nylander. Inquieta, ela comprou, reformou e mudou de imóvel por quatro vezes nos últimos oito anos. Sempre ao lado do marido, o ex-DJ e empreiteiro William, e dos três filhos que foram nascendo durante a “jornada”: Vidar, 8 anos, Otto, 6 anos, e Ingrid, 2 anos. Mas a vida da família globetrotter se estabeleceu, por acaso, há dois anos. Em uma de suas constantes viagens a trabalho, Maria se deparou com uma casa parcialmente destruída — mas superbem localizada, em uma colina sob o mar — em Arild, uma cidade com menos de mil habitantes no sul da Suécia, país em que nasceu.  

“Comecei a sentir falta de calma para criar as crianças”, diz Maria. “Arild tem essa tranquilidade, mas também é muito charmosa.” Apesar de estar próximo à praia, o imóvel se assemelhava a uma casa de campo, com estrutura de madeira escura, janelas pequenas e espaços compartimentados. Além disso, as instalações elétricas e hidráulicas estavam bastante comprometidas e muitas das portas haviam sido consumidas por cupins. Como adora um desafio, Maria viu nesses problemas uma oportunidade para criar um verdadeiro “laboratório” de design, em que pudesse testar todas as combinações e ideias de décor que lhe agradam. A prioridade, na nova casa, foi valorizar a luz. Uma dezena de paredes foi derrubada, as janelas cresceram de tamanho e os pisos e paredes foram pintados de branco, formando uma “base neutra” para que o casal pudesse criar. 

A cozinha foi integrada à sala de estar e ganhou armários e luminárias de aço, com um quê industrial, que fazem contraponto à cristaleira de demolição e a um castiçal de cristal. O pé direito cresceu: o casal optou por remover a laje e deixar aparentes as tábuas de madeira do teto, que estruturam a casa e também foram pintadas de branco. Na sala e nos quartos, foram instalados armários antigos com acabamento em pátina. Esses tons claros deixaram Maria à vontade para fazer o que mais gosta: mudar permanentemente. “Meu sonho é trocar os móveis todos os meses”, diz ela. “Adoro descobrir e inventar novas formas de decorar.” 
Vincent Leroux/Temps Machine
Na sala de estar, os tons neutros predominam, com exceção do sofá e das almofadas

Vincent Leroux/Temps Machine
Cadeiras assinadas por Charles e Ray Eames
 
A casa, que era escura e fechada, ganhou janelões e espaços amplos, sem paredes
Algumas peças, entretanto, costumam permanecer, já que foram garimpadas em viagens pelo mundo e se tornaram queridinhas do casal. Na sala de jantar, por exemplo, a mesa foi adquirida em um hotel de Alexandria, no Egito. Em volta dela, estão as cadeiras DSR, criadas em 1950 pelos americanos Charles e Ray Eames, dois dos principais designers de móveis do século 20. Foram arrematadas em um leilão. Os espelhos vieram de um mercado de pulgas em Paris, o Clignancourt, e custaram pouquíssimo. Assim como a pesada escultura em pedra, no formato de um rosto, que fica no chão. “É um de meus objetos preferidos da casa”, diz Maria. “Encontrei na internet.”
A sala de estar tem objetos com acabamento em tecidos delicados, como as almofadas de veludo e o sofá de linho, aliados a cores fortes como laranja, azul klein e bordô. A mesa de centro, um antigo carrinho de ferro, foi reformada pelos proprietários e ganhou um tampo de vidro — ela fica sob um tapete de lã vindo do Marrocos.
O armário de madeira que fica ao fundo, utilizado para guardar a louça, é do início do século passado e foi encontrado em uma fazenda da Provença. Mas o lugar preferido de Maria é mesmo seu escritório particular. “É onde gosto de me isolar de vez em quando”, conta. É sob a mesa de madeira de demolição, adornada por cadeiras supermodernas de acrílico, que ela passa as tardes criando para clientes em toda a Europa. Nas paredes, dezenas de fotos de sua família e de mulheres anônimas do mundo inteiro. “Os retratos delas me inspiram.” 

*com reportagem de Delphine Fromental
Vincent Leroux/Temps Machine
O espaço de leitura também faz as vezes de sala e tem vista para o mar

   Reprodução
 


Fonte: Revista Marie Claire
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

DICA - 135: Escada

Cores, formatos, materiais e estilos diferenciados transformam as escadas em verdadeiras peças de design. Aproveite, também, e crie uma nova função para elas!

Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modfelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Edu Castelo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
O designer Paulo Alves, dono da Marcenaria São Paulo, descascou a parede da sua sala, com pé-direito de 3,80 m. “Gosto de mostrar o processo de construção”, diz ele, que é arquiteto de formação. A escada também tem uma pegada rústica: o corrimão é cheio de ripas desordenadas
Edu Castello / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Leve e solta, a escada metálica dá acesso ao mezanino, com estrutura de vigas de aço, onde fica a biblioteca protegida por guarda-corpo de vidro temperado. Embaixo, painéis deslizantes de madeira ripada fecham a cozinha. O projeto é do escritório Bernardes Jacobsen
Editora Globo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
No living, a escada projetada pela equipe da Seferin Arquitetura acompanha a inclinação do telhado e termina no mezanino. Os degraus de concreto são engastados na parede central e cobertos por ripas de pínus, iguais às do guarda-corpo
Edu Castello / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
O piso inferior da casa revela a escada pré-moldada em concreto, da Moldart, com corrimão vermelho
Marcelo Magnani / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
No subsolo desta casa, o ateliê com piso de cimento é integrado pelos painéis translúcidos ao jardim lateral, onde a escada caracol, de metal pintado internamente de vermelho, dá acesso ao térreo
Fotos Nelson Kon / Casa & Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
A escada metálica, entregue com o apartamento, teve a posição invertida para facilitar o fluxo a partir da entrada e a circulação no living. Está fixada na estrutura de mesmo material
Edu Castello / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
O cimento queimado fez com que a escada ganhasse um ar despojado e sofisticado
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Esta escada de concreto armado fica em frente ao hall de entrada da casa. A parede, revestida com canjiquinhas de pedras São Tomé, recebe luz natural da janela do living. O jardim de inverno dá um toque de verde ao ambiente
Edu Castello / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Leve e solta nas laterais, a escada tem estrutura de ferro e degraus de cumaru. Ao fundo, a entrada e o lavado têm portas de curupixá, mesma madeira do rodapé
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Boa ideia: a lateral da escada de metal transformou-se num mural de fotos fixadas com ímãs
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
O ponto alto deste apartamento é a escada com degraus suspensos, criada por Zize Zink. Ela é toda revestida de mármore travertino romano bruto e, além de funcional, tem o efeito de uma escultura
Evelyn Müller e Patricia Cardoso / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Escada dois em um: o vão embaixo foi aproveitado com a criação de colmeias, de 10 x10 cm, para acomodar garrafas e bebidas. O visual ficou limpo graças à utilização da madeira freijó-linheiro, que também é usada na escada
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Aqui, a escada é a estrela. A começar pelo material, o aço inox. Os degraus estão presos à parede por uma espécie de mão-francesa, feita também de aço. Projeto da arquiteta Consuelo Jorge
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Localizada entre as salas de estar e de jantar, a escada de concreto moldado acabou por criar um efeito escultural na área social. Projeto: José Armênio de Brito Cruz
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Em casas onde moram crianças ou idosos, o ideal é que os degraus sejam mais amplos, como estes, de 1,35 m de largura. A escada é toda fechada por vidro. Projeto de Roseane Sanches
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Cabos de aço sustentam a escada metálica, cujo desenho lembra um origami. A cor vermelha da parede valoriza ainda mais o ambiente
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
O corrimão foi dispensado, já que, enquanto caminha, a pessoa se apoia nos tacos de cedrinho de alturas diferentes, dispostos lado a lado, formando um guarda-corpo
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Uma opção de escada aos modelos caracol, que também ocupa pouco espaço, é a chamada Santos Dumont. Utilizada na casa do supersticioso aviador, ela facilita o primeiro passo com o pé direito
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
A parede amarelo-gema (Coral, ref. 9710) valoriza a escada de concreto com dregraus de ipê. Casamento perfeito entre design e cor
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
A escada com vista panorâmica pelo pano de vidro dá acesso ao subsolo. Ali estão a sala de jogos, a adega e a garagem. Os degraus são de pastilha de vidro pretas e granito preto
Arquivo / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
A escada que leva para a área íntima tem degraus de jatobá maciço com forma de asa fixados de um lado na parede e, do outro, suspensos por tirantes de ferro
Brando Cimarosti / Casa e Jardim
Na casa do arquiteto Mauricio Karam, a escada em caracol deu lugar a uma mais estreita. Feita de chapas de ferro dobradas, tem apenas 85 cm de comprimento e é do modelo Santos Dumont, cujos degraus são alternados. Sob ela, um aparador baixinho organiza revistas e livros
Aqui, a mistura das cores rosa e vermelho dá um charme especial à escada, que tem estrutura de viga de aço e degraus de MDF em forma de asa
Brando Cimarosti / Casa e Jardim
   
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segunda-feira, 26 de março de 2012

DICA - 134: Living moderno e brasileiro

Os móveis são ícones do design moderno internacional: na sala de jantar, por exemplo, as cadeiras da Serie 7, do dinamarquês Arne Jacobsen, garantem conforto para longas refeições em família; no living, é o conjunto de poltrona e pufe Barcelona, do alemão Mies van der Rohe, quem imprime personalidade ao estar. Mas  há algo indiscutivelmente brasileiro nesse ambiente. A vista para frondosas árvores floridas exibe a natureza tropical que se impõe à arquitetura. Mas o que revela a identidade nacional do projeto de interiores – desenvolvido por Affonso Risi – é a jovialidade multi cromática, dentro de uma atmosfera arejada e iluminada. A casa, afinal, fica em São Paulo.

Fonte: Casa Vogue

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sexta-feira, 23 de março de 2012

DICA - 133: Para ler, comer ou dormir

Com pé-direito alto e uma bela claraboia, que garante a entrada da luz do dia, esse ambiente é perfeito para fins de semana chuvosos, de longas refeições, tardes de leitura e sonecas. Projetado pelos arquitetos Juliana & Tristan, a casa fica em Cingapura e determina no acabamento a finalidade do espaço, em acordo com os hábitos dos moradores. A parede elevada é tomada por uma imensa estante, dessas que incluem uma escada para as prateleiras mais distantes. O desnível entre o estar e o jantar, em concreto, cria um nicho que tanto vale para ler um livro, quanto para ver a vida passar. A convivência ganha fôlego com a imensa mesa e seus bancões de madeira maciça – mesmo material  da poltrona e do banquinho, feitos de troncos inteiros de árvores.

Fonte: Casa Vogue

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quinta-feira, 22 de março de 2012

DICA - 132: Retrô em branco e amarelo


Em qualquer ambiente, as cadeiras Tulipa de Eero Saarinen roubam a cena com suas linhas space age. Neste loft em San Antonio, no Texas, desenhado pelos designers  do estúdio Poteet Architects, seu desenho futurista e retrô comparece em dez unidades, fazendo a composição em branco que dita o décor. A cor domina móveis e acabamentos, enquanto o amarelo das flores e da obra de arte criam um impacto mais que bem vindo.  Tapete grafite e luminária metálica complementam o ambiente, tornando-o mais funcional.

Fonte: Casa Vogue

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quarta-feira, 21 de março de 2012

DICA - 131: Como uma galeria de arte...


Não é necessário possuir uma coleção de arte para viver em uma galeria. É o que ensina a decoração da sala acima, concebida por Konstantin Andreev, que une jantar e estar debaixo do mesmo teto. Teto, aliás, de metal, com cara de galpão industrial, branco como as paredes e o piso – o fundo neutro perfeito para que brilhem os protagonistas do décor. Aqui, tudo o que é estritamente funcional tem presença discreta, para não rivalizar com os elementos de maior poder estético. A regra se aplica, é claro, às cadeiras vermelhas e brancas, que mal deixam entrever a mesa de jantar, mas está exemplificada à perfeição na lateral direita, em que o aparador branco só é percebido por uma razão: ele sustenta o vaso que parece escorrer da pintura pendurada na parede. Toque de criatividade.

Fonte: Casa Vogue

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terça-feira, 20 de março de 2012

DICA - 130: Clássico, campestre e literário

Quando se tem em mãos um verdadeiro palácio, com 2.600 metros de área construída e mais de 10 suítes (para não falar dos outros cômodos), é preciso alguém com muita criatividade para decorar a infinidade de ambientes que um lugar desses possui. Dessa grandeza sempre surgem alguns recintos para lá de especiais, como é o caso desta sala íntima, parte de uma gigantesca mansão campestre construída em 1610 em North Yorkshire, Inglaterra. O tom escuro de rosa antigo que cobre teto e paredes anuncia sem muita discrição a vocação artística do espaço, feito na medida para agradar os fãs de literatura (Jane Austen, alguém?) – haja vista a mesa de centro em forma de grandes volumes espalhados e a estante ao fundo. Confortáveis poltronas e sofás, aquecidos pela lareira e vigiadas pelos chifres pendurados criam a atmosfera perfeita para os ratos de biblioteca.

Fonte: Casa Vogue

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segunda-feira, 19 de março de 2012

DICA - 129: “Decorar não é caro, nem difícil”

Divulgação/Susanne Kings
A blogueira Susanne Kings

No blog Me and Alice, a sueca Susanne Kings dá dicas de como garimpar objetos para compor ambientes personalizados e cheios de estilo, sem gastar muito. Em entrevista exclusiva a Casa e Jardim ela fala mais sobre o assunto e conta por que gosta de fazer “maluquices” na decoração

Por Vanessa Lima 
 
Biscoitos pendurados no teto, uma estante cheia de livros virados ao contrário e até uma luminária vestida com cachecol. Isso para citar apenas algumas, das várias coisas inusitadas encontradas na casa da sueca Susanne Kings. Incentivada por sua filha, ela criou o blog Me and Alice. Ali, divide com o público suas ideias e prova que ter uma decoração estilosa nem sempre é sinônimo de gastos exorbitantes com móveis e objetos.

Grande parte das peças exibidas no blog foram encontradas nos chamados “mercados de pulga”. São feiras em que as pessoas vendem produtos usados: um paraíso para quem gosta de garimpar. De acordo com Susanne, dá para fazer vários achados em lugares assim: “Vou sem expectativa nenhuma, mas sempre encontro alguma coisa para comprar”, diz a blogueira, que dá a dica: “Não se esqueça de pechinchar!”. Confira a entrevista completa:


Casa e Jardim - Qual é seu principal objetivo com o blog Me and Alice?
Susanne Kings -
Mostrar algumas ideias fáceis e não muito caras de decoração. Garimpar um móvel em uma feirinha e dar outra cara a ele, misturando-o com outras peças, é um exemplo de como fazer isso.


CJ - Qual foi a ideia mais maluca que você já colocou em prática na sua casa?
SK -
Deve ter sido quando, há mais ou menos uns dois anos, eu virei a capa de todos os livros para dentro na estante. Ficou tudo branco. Não era muito prático, mas o visual era lindo!
Divulgação/Susanne Kings
Um jeito nada comum de apresentar os livros na estante
CJ – No blog, você menciona várias vezes que gosta de decorar com peças encontradas no mercado de pulgas. Por quê?
SK –
O mercado de pulgas simboliza o que eu mais amo em design de interiores: não é caro, nem dificil decorar a sua casa. O “garimpo” te ajuda a criar um estilo pessoal único e é bom para o meio ambiente também.

CJ – Quais são os conselhos mais importantes para garimpar em lugares como o mercado de pulgas? Qual é o segredo para fazer grandes achados?
SK –
Sempre estar lá na hora em que a feira abre, especialmente se está procurando alguma coisa que é popular no momento. Sempre vou ao mercado de pulgas sem expectativa nenhuma, mas amo circular por lá durante um bom tempo, então, sempre encontro algo. E o mais importante: não se esqueça de pechinchar!

CJ – Como combinar os objetos garimpados com outras peças em casa?
SK –
Quase tudo na nossa casa tem cores calmas e acho que esse é o ponto. Tente manter sempre o mesmo estilo nas coisas que você compra, porque assim dá para combinar com o que você já tem. Meu conselho é procurar objetos com cores ou materiais que harmonizem com algo que já exista na sua casa. Aí, sempre dá certo.

CJ – Você começou o blog com sua filha, Alice. Ela gosta de design e decoração assim como você?
SK –
Foi ela que me convenceu a criar o blog, em dezembro de 2007. No começo, ela escrevia comigo, mas agora, aos 16 anos, tem um blog só dela. Apesar de Alice gostar muito mais de moda atualmente, ela ainda curte decorar a casa e muda o visual de seu quarto com bastante frequência – talvez até com frequência demais, se você quer saber (risos).
Divulgação/Susanne Kings
Biscoitos pendurados no teto do escritório de Susanne
CJ – No blog você mostra vários projetos tipo faça-você-mesmo. Você já fez alguma coisa e não gostou do resultado?
SK –
Quando eu era mais jovem, vivia em um apartamento, em Estocolmo. Um dia, tive a ideia de pintar as paredes da sala de jantar de roxo escuro. Meu Deus. Foi um erro. Acho que tentei três cores diferentes naquelas paredes em um fim de semana. Talvez seja por isso que só tenho paredes brancas hoje.

CJ – Você diz que gosta de ideia malucas para a casa. Que conselhos daria a pessoas que querem fazer coisas diferentes, mas não sabem por onde começar?
SK –
Meu conselho é sempre fazer um mural com referências visuais antes. Folheie muitas revistas de decoração e recorte fotos de estilos que você gosta. Coloque tudo em um quadro. Mude-as de lugar e acrescente novas figuras ou ideias até ficar satisfeito.

CJ – Mesmo gostando de personalidade e de “maluquices” na decoração, tem alguma coisa que você nunca faria na sua casa?
SK –
Talvez eu nunca devesse dizer “nunca”, mas não acho que conseguiria viver com muitas cores na minha casa. Eu gosto da calma que os tons naturais transmitem, mas adoro detalhes coloridos.

CJ – O que deixa uma casa perfeita, na sua opinião?
SK –
Personalidade. Uma casa perfeita é um lugar onde você pode ver quem vive ali, que interesses esses moradores têm. As pessoas deveriam mostrar mais o que elas fazem. Se você toca guitarra, não esconda o instrumento. Deixe que ele faça parte da decoração.

CJ – Você se lembra do momento em que começou a sentir interesse por design e decoração?
SK –
Me lembro que eu costumava mudar as coisas de posição em casa quando eu era pequena, mas meus pais não ficavam tão empolgados quanto eu. Há um ano, encontrei uma fotografia velha do meu quarto, de quando eu tinha uns 15 anos. O mais engraçado é que hoje gosto das mesmas coisas. Eu tinha várias cestas, conchinhas, cachecóis e muito branco e bege. O estilo é parecido com o da nossa casa atual.
Divulgação/Susanne Kings
A cúpula da luminária foi "vestida" com um cachecol de lã
CJ – Qual é o seu lugar preferido na sua casa?
SK –
O escritório e a cozinha. Meu escritório porque é lá que tudo acontece: é lá que eu libero minha criatividade, é lá que eu escrevo os artigos para o blog. E a cozinha porque eu amo passar muito tempo nela com meus amigos e com a minha família.

CJ – Cite três coisas sem as quais você não vive.
SK –
Tirando minha família e meus amigos, deve ser: 1) Minha câmera. Onde eu vou, encontro alguma coisa interessante e bonita para registrar com ela. 2) Memórias. Nossa casa é quase totalmente feita de memórias que temos juntos. Pode ser uma pedra que encontramos em algum lugar ou algum bilhete maluco que escrevemos um para o outro. Emoldurei um bilhete que minha mãe me escreveu dizendo “eu te amo” e fiz o mesmo com as receitas favoritas dela, que estão na parede da cozinha. 3) Conchas. A vida inteira eu tive uma fascinação por conchas e as tenho em todos os lugares da casa. Tem até na minha bolsa.

CJ – Quais são seus blogs favoritos e por quê?
SK –
O primeiro é o Wabi Sabi, um blog sueco de design, focado em interiores simples e elegantes. O número dois é o French by design, que tem ótimas ideias de projetos tipo “faça-você-mesmo”. O terceiro é o Dreamy whites. Lá a blogueira mostra fotos lindas do rancho de sua família, na Califórnia.
Divulgação/Susanne Kings
A cozinha é um dos lugares preferidos da blogueira em sua casa
Divulgação/Susanne Kings
Ela prefere as cores neutras para decorar sua casa: "Elas transmitem calma"
Divulgação/Susanne Kings
Mais detalhes da decoração limpa, mas nada tradicional, da casa da blogueira



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sexta-feira, 16 de março de 2012

DICA - 128: Tendência de cores 2012

Texto Isabel Larcher| 
Adaptação Joyce Moretti| 
Fotos Jomar Bragança/ Divulgação


Além de apresentar a tendência de cores de 2012, o portal pede dicas ao consultor de Feng Shui ,Sérgio Carillo e à designer de interiores Lisandra Maio, para a utilização delas.

Crema-rosa
Tendências e nuances:
a estilista de cores da Lukscolor diz que tons de rosa, violeta e terra terão destaque em 2012. O crema-rosa faz parte da coleção “Friendly”, que tem relação com corpo, mente e espírito, representados pelas cores claras.
Combinações: a cor mescla bem com pinceladas de diversas tonalidades. Na simulção, ficaria bem usar almofadas em tons pastel de azul, verde, amarelo e laranja.
Sensações: segundo o Feng Shui, a tonalidade remete ao amor e ao feminino, transmitindo paixão. Com branco, atrai harmonia e saúde.
Melhores ambientes:  para o Feng Shui, é ideal para o quarto do bebê e na suíte do casal, mas em moderação ou detalhes. Lisandra Maio usaria apenas em uma parede, para o morador não enjoar. O tom reflete a personalidade de pessoas delicadas.

 
Pinhão
Tendências e nuances:  segundo a Lukscolor, a coleção “Lost & Found” traz tons terrosos – relação entre o ser humano e suas raízes, segurança e família.
Combinações: é recomendado usar cores frias como verdes e azuis. O uso de vermelhos, uvas e rosados podem deixar o ambiente mais ousado ou tom sobre tom.
Sensações: para o Feng Shui, cores fortes como essa atraem ótimas vibrações, estimulando a harmonia e o apetite.
Melhores ambientes:  salas e copas são ambientes indicados pelo Feng Shui e pela designer, já que tornam as pessoas mais ativas. Quartos não são indicados pelo mesmo motivo. Pessoas ousadas podem se dar bem com o tom.

Mexirica
 
Tendências e nuances: a Suvinil traz cores que transportam o clima rústico para as paredes na linha “Essencial”. As cores de frutas resgatam tendências que já foram sucesso.
Combinações: vermelho e amarelo dão um toque mais quente ao cítrico da matiz; verde e azul “quebram” os tons quentes.
Sensações: o Feng Shui aponta o tom como estimulante do sucesso e de boas energias, ideal para quem precisam de mais vitalidade e saúde. Tons pastel podem ajudar a minimizar o impacto da cor, sem prejudicar as sensações que transmite.
Melhores ambientes: escritório, sala de estar, recepção e quartos são opções de ambientes, segundo o Feng Shui. A designer não aconselha o Mexerica na cozinha, principalmente para quem está de dieta, já que estimula o apetite. Ela sugere usar com cautela, como em um detalhe ou em uma parede. Combina com pessoas calmas e conservadoras.

Mata Virgem
 
Tendências e nuances: na linha “i. Material”, o minimalismo da década de 1970 se apresenta num ciclo cromático. Os tons se contrastam, delimitados pelo cinza.
Combinações: o ideal é usar cores quentes para interromper o “frio” do Mata Virgem,  compondo com tonalidades opostas. Se for sala de casa de praia, por exemplo, móveis brancos e almofadas com toques do mesmo verde um pouco mais escuro.
Sensações: de acordo com o Feng Shui, o Mata Virgem atrai bem-estar e equilíbrio, pois lembra árvores, que, por conta das raízes, transmitem força e sabedoria. Deixa o local tranquilo e acolhedor. Tons de azul-claro e branco podem potencializá-la.
Melhores ambientes: a designer de interiores recomenda usar em uma parede e nos detalhes. Combina com quem possui personalidade forte. Quartos de adolescentes e casas de praia, por exemplo, são perfeitos para recebê-la.

Burgundy
 
Tendências e nuances: inspirada em visões, arte e manifestações de diferentes individualidades nas grandes metrópoles, exuberantes e minimalistas. O pós-moderno e o passado preservado se mesclam em composições harmônicas e intrigantes.
Combinações: versátil, fica agradável com diversas outras. A dica da designer é mesclar com prata, cinza e tons de azul e vermelho. Como cor escura exige cuidados na dosagem, deve-se usar em uma só parede ou em peças curingas, como o sofá.
Sensações: segundo o Feng Shui, a cor remete ao equilíbrio e atrai excelentes vibrações às áreas externas. Os tons de verde e marrom potencializam-na.
Melhores ambientes: para emoldurar áreas externas, sem conflitar com a natureza, o Feng Shui sugere o uso em muros, fachadas e varandas. A designer diz reforça a versatilidade também para os diversos ambientes, de quartos a lavabos. Combina com pessoas despojadas e nada tradicionais.

Brancing Blue
 
Tendências e nuances: matizes que, quando combinadas, remetem a um universo complexo, embora suave. Contrastes elaborados de cores e luzes que se mesclam sem perder a identidade. Traz as referências de algo que está sempre em movimento, se reinventando.
Combinações: tons quentes podem aumentar o potencial estético da cor. Os opostos também são válidos.
Sensações: a tonalidade é perfeita para estimular a área da criatividade e dos amigos no Feng Shui, pois lembra o metal. É indicado contrastar com o branco, trazendo mais equilíbrio ao ambiente.
Melhores ambientes: locais como home theater, bibliotecas, salas de jogos, segundo o Feng Shui. A designer recomenda o uso da cor no quarto dos filhos e nas casas de praia, por exemplo, lugares que precisam de serenidade.

Chá Dançante
 
Tendências e nuances: considerada a cor de 2012, pertence à coleção “Meu Diário”, que reflete a estética dos blogs e redes sociais. É equilibrada, quente e charmosa. Há toques de papel pardo e vários tons pastel alegres e maduros.
Combinações: com cores frias, como verdes e azuis, deixa o ambiente mais ousado. As similares e quentes garantem a harmonização.
Sensações: ativa a comunicação e entrosamento nas pessoas, além de deixar o local aconchegante e elegante. Tons mais claros podem potencializar o uso.
Melhores ambientes: salas, copa, segundo Feng Shui, já que remetem à união e ao calor das pessoas. Como é forte, recomenda-se utilizar em uma parede, sendo complementada com acessórios na mesma tonalidade. Combina com pessoas ousadas e divertidas, segundo a designer.

Pena Preteada
 
Tendências e nuances: faz parte do tema “Heróis Redescobertos”, que possui uma paleta inspirada nas qualidades práticas da herança industrial e estética masculina. Traz tons como azul índigo e de ferrugem, neutros fabris, nuances brilhantes e metálicas, somadas a tons de cinza de motores e de concreto.
Combinações: normalmente, usa-se essa cor como base em todas as paredes e depois complementa com toques especiais de tons mais fortes. Versátil, combina do amarelo ao azul.
Sensações: recomenda-se associá-la a outras cores, pois, sozinha, deixa o ambiente “frio”. Vai bem com verde, azul, violeta ou rosa claro. É indicada para ambientes pequenos e com pouca luz, pois elevam a energia do local, ampliando-os.
Melhores ambientes: é com suave, que pode ser usada em todos os ambientes sem restrições e combina com qualquer tipo de pessoa, da prática a mais requintada.


Onde Encontrar
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Fonte: Portal Decoração

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